Eu tenho um high need baby em casa.


Oi gente! Tudo em ordem?

Hoje venho falar com vocês sobre high need babies (bebês de alta demanda/necessidade), ou como eu prefiro chamar, "bebês muito exigentes".
Encontrei esse termo enquanto buscava na internet alguma dica que pudesse ajudar a lidar com a inquietude da Isabella, minha caçulinha. Ela está sempre agitada, não gosta de ficar sozinha nem um minuto, mama a cada quinze minutos e chora MUITO alto quando quer alguma coisa. Até então eu pensava que toda essa "chatice" fosse primeiro motivada por cólicas, depois pelos picos de crescimento, e depois pela chegada dos dentinhos. Mas, exausta, achava estranho não ter tido nenhuma fase mais tranquila nesses quase 8 meses. E encontrar algumas matérias falando sobre os bebês high need fez tudo fazer sentido.
Quem nomeou esses bebês peculiares foi o Dr. Sears, quando depois de ter três bebês tranquilos e por isso achar algumas mães muito exageradas ao reclamar do quando seus bebês exigiam delas, viu no seu quarto bebê o que era bom pra tosse. Bebês high need são aqueles que exigem muito mais atenção dos seus cuidadores, fazendo com que a experiência tão linda e doce de se ter um bebê seja muito muito mesmo, tá loco um pouco mais cansativa. Ele fala sobre esse assunto em seu livro The Baby Book.
Sears listou as doze principais características dos bebês high need:


  • Intensos;
  • Hiperativos;
  • Drenadores;
  • Mamam com maior frequência;
  • Demandantes;
  • Acordam com maior frequência;
  • Insatisfeitos;
  • Imprevisíveis;
  • Super sensíveis;
  • Grudam no colo;
  • Não se acalmam sozinhos;
  • Sensíveis a separação.
Apesar de achar alguns termos meio repetitivos identifiquei a Isabella em todos eles. É claro que todos os bebês exigem bastante de seus cuidadores, eu mesma teria dito que o Thiago era um bebê high need quando ele era pequeno. Mas hoje como tenho como comparar vejo que ele dava o trabalho "normal" que um bebê costuma dar, enquanto isso a Isabella...
Por não ser um problema nem uma doença (graças a Deus!) e sim uma característica, não tem uma alternativa para que essa fase seja mais tranquila. Mas acho sim importante a gente ter consciência de que nossos bebês são high pelo mesmo motivo: nossos bebês são normais e saudáveis, então devemos apenas respirar fundo, mentalizar o mantra de todas as mães - É só uma fase, vai passar. - e usar esta energia e sensibilidade deles em favor dos mesmos.

Abaixo falo um pouquinho mais da minha experiência:


Update:
Em janeiro de 2018, no auge dos quase dois anos da Isabella, gravei um segundo vídeo falando o que mudou (ou não) em relação ao seu comportamento:


E aí? Passando por algo parecido? Me conta!

Um super beijo :*

Tia Leila

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